Arvore mais Velha do Mundo

Postado por Flávio Coutinho - 5 de dezembro de 2014 - Natureza - Nenhum Comentário

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Uma informação publicada no Science Daily ressaltou a importância das árvores antigas em nossos biomas, já que elas podem ser de suma importância para auxiliar no crescimento de florestas, pois de acordo com o artigo, bactérias que vivem no musgo dos galhos das árvores velhas têm o dobro da eficácia em “fixar” nitrogênio que as que vivem no chão. Segundo biólogos a interação entre musgos, árvores centenárias e cianobactérias é o que contribui para a dinâmica de nutrientes de forma que pode realmente manter a produtividade dessas florestas a longo prazo. Para facilitar o entendimento, vamos ilustrar a situação da seguinte forma: há três agentes que desempenham papéis nessa história, um grupo de bactérias chamado cianobactérias associadas com os musgos, árvores centenárias de grande porte e musgos que crescem ao longo de seus ramos. São as cianobactérias que retiram o nitrogênio da atmosfera e o tornam disponível para as plantas, processo chamado de “fixação biológica de nitrogênio”, algo que poucos organismos conseguem fazer. Cientistas têm acreditado na hipótese de que o crescimento de muitas florestas é limitado pela disponibilidade de nitrogênio. Pesquisadores descobriram recentemente que cianobactérias em musgos no chão suprem florestas com nitrogênio através da coleta dos mesmos no chão. Em seguida, a 15 metros de altura nas florestas o novo estudo revelou que musgos acima do solo possuem mais cianobactérias e por isso produzem o dobro de nitrogênio na parte de cima. É aí que entram as árvores antigas, já que muitas árvores não começam a acumular os tais antes de ultrapassar os 100 anos.

 

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