Por Onde Anda Felipe Dylon

Postado por Flávio Coutinho - 31 de janeiro de 2013 - Famosos - 5 Comentários

Todos sabem que o mundo da música é um universo capaz de mudar drástica e rapidamente a vida de uma pessoa, tornando-a famosa, rica e cheia de prestígio. No entanto, tal como a forma de ascensão, a facilidade com que cantores e artistas desaparecem da mídia quando não fazem as escolhas certas é praticamente a mesma, ou quem sabe até maior.

Felipe Dylon

Felipe Dylon

Felipe Dylon foi um verdadeiro astro da primeira metade da década passada, quando em 2003, lançou hits que embalaram os verões da época, como “Musa Do Verão” e “Deixa Disso”. Só que ao passar dos anos, o cantor se envolveu em um capítulo de sua vida desfavorável para sua carreira, no qual muitos achavam que havia envolvimento com drogas, embora negado por ele. Em declarações recentes, Felipe se diz pronto para voltar ao auge e atrair novas fãs com seu novo trabalho.

Sobre Ele

Felipe Dylon

Felipe Dylon

Felipe Priolli Dylong, ou simplesmente Felipe Dylon, é um carioca típico. Nascido na Cidade Maravilhosa, o jovem cantor teve seu pai como maior influência para sua formação pessoal e, paralelamente, profissional. Luiz Felipe Dylon, o pai, é surfista e guitarrista, não muito dedicado à música, mas todos sabem que o esporte e a sonoridade andam juntos, e o filho herdou tais dotes: pratica surf, sempre prestigia os eventos e é cantor de sucesso. Sua mãe, Maria Lúcia Priolli, também está ligada à arte como bailarina. Como praticamente todas as bandas de sucesso, o jovem sonhador montou seu próprio grupo nos tempos escolares, quando tinha ainda apenas 10 anos, intitulado “Nerds”, o qual não era muito levado a sério por seus pais.

A Ascensão

Primeiro Trabalho

Primeiro Trabalho

A carreira musical de Felipe Dylon foi bombástica. Com apenas 12 anos, em 1999, gravou sua primeira demo, um trabalho bem rústico, mas que já necessitava de algum talento. A grande ascensão, no entanto, veio nos anos seguintes, mais precisamente em 2003, quando assinou contrato com a gravadora EMI Music para lançar o trabalho pelo qual ganhou notoriedade em todo o território nacional, chamado “Felipe Dylon”. O nome era simples, um homônimo, mas o conteúdo das músicas logo caiu nas graças do povo e embalou o verão da época.

Musa Do Verão

Entre as pessoas que puderam presenciar a cena musical da época de 2003, poucas não se lembram do hit Musa Do Verão. A música verdadeiramente embalou o verão e as paradas de sucesso que o público jovem frequentava, e o ritmo dançante fez com que sua letra ficasse na cabeça até hoje, afinal, quem não lembra do refrão? Se não, relembre:
“É a musa do verão
calor no coração
o fogo do teu beijo traz alucinação
musa do verão
ardente tentação
40 graus de sonho de desejo e paixão
Musa do verão”

Deixa Disso

A música Deixa Disso compete fortemente com Musa do Verão como a canção que mais impulsionou Felipe ao sucesso. Ambas ficaram marcadas na carreira do cantor e também na memória de quem curtiu os anos 2003, 4, 5. O ritmo da música é particularmente mais apreciado entre os jovens, pois é mais rápido, o que pode contar um ponto a menos no quesito sobre agradar a todos. O refrão também está na memória:
“Ô menina deixa disso
quero te conhecer
ve se me da uma chance
to afim de você
Ô menina deixa disso
quero te conhecer
ve se me da uma chance
to afim de você
to afim de você…”

Segundo Trabalho

Ainda na pegada de verão, Felipe lançou no ano seguinte o seu segundo trabalho, chamado “Amor de Verão”, o qual fez sucesso por trazer novas músicas e também por produzir o videoclipe de seus dois hits bombásticos, que são Musa do Verão e Deixa Disso. Entre as novidades, está também o clipe de uma nova produção, chamada Mais Perto de Mim. Também como sucesso, veio a canção Um Amor de Verão:
“Um amor de verão
Tem um sol particular
Queima a boca até rachar
Não tem meio coração

Um amor de verão
Vem com tudo a favor
Foge em ondas de calor
E tem outra vibração”

O Último Trabalho Antes da Queda

Em Outra Direção

Em Outra Direção

Os dois primeiros discos de Felipe foram um verdadeiro sucesso. “Felipe Dylon” vendeu mais de 120 mil cópias por todo o Brasil, e foi superado por “Amor de Verão”, que atingiu 170 mil. Dois anos seguintes, o cantor lançou seu último álbum antes de viver o pior momento de sua carreira profissional, intitulado de “Em Outra Direção”, onde misturou outros ao pop o reggae.

Após 2006

Felipe Dylon ficou um longo período longe dos grandes públicos após 2006. O cantor alega que por cansaço se distanciou da rotina exaustiva de shows por todo o país e preferiu se dedicar a outras atividades mais tranquilas, algumas até filantrópicas. Envolveu-se também no meio artístico, na TV e em filmes, quando fez participação no seriado da Rede Globo chamado A Diarista, com uma breve aparição. Em 2008 o cantor participou do filme A Guerra dos Rocha, onde interpretou Bilinho.

A Queda

Em um meio tempo entre 2006 e 2010, Felipe Dylon viveu o pior momento de sua carreira como profissional da música. Houve rumores de que o jovem estaria envolvido com drogas e por isso estava longe do sucesso, versão que é completamente negada por ele. Em entrevista ao EGO, da Rede Globo, o astro de 2003 se defendeu das críticas mostrando seus reais problemas: “Tive falta de potássio no sangue e falta de ferro mesmo, estava trabalhando pra caramba, fazendo um monte de coisas, não tinha tempo para me cuidar.” Segundo ele, a rotina dos palcos estava o cansando e por isso teve de se tratar uma semana em uma clínica de reabilitação. Lá, ele conta que viveu bons momentos e que se redescobriu internamente, e promete voltar “mais maduro e romântico” para suas fãs.

Agora

Comparação Felipe Dylon

Comparação Felipe Dylon

Felipe teve um relacionamento que parecia terminar em casamento com a modelo Mariana Fusco, no ano de 2010, mas terminou o namoro e em 2012 comemorou um ano de casado com Aparecida Petrowky. Sobre suas músicas, também há novidades: lançará o álbum “Assim começa o amor”, um trabalho que foi iniciado quando ainda namorava a modelo, a quem é muito grato, já que ela o tirou o visual “gordo e de dreads”, não muito apreciado pelo público musical. Certamente, vem coisa boa de quem já fez o som de várias festas e verões em anos passados.

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